Livro: Estado Vibracional: pesquisas, técnicas e aplicações

Autora: Nanci Trivellato

À vasta experiência pessoal e resultado de 15 anos de pesquisa, soma-se, a este livro, o esclarecimento às perguntas práticas, reais, dos experimentadores, as quais foram coletadas pela autora por mais de 2 anos. Assim, além de ser técnica, vivencial, original e de ponta, esta obra atende também às questões factuais dos praticantes.

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Por: 76,80


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Título  Estado Vibracional: pequisas, técnicas e aplicações
Autora  Nanci Trivellato
Edição  2ª Edição
Idioma  Português
Tamanho  25 x 17,5 (LxC) cm
Partes  6
Páginas  520
Tipo de capa Brochura
Editora  International Academy of Consciousness
Ano  2016
Assunto  Conscienciologia | Estado Vibracional
  • Resultado de 15 anos de pesquisa
  • 520 páginas
  • 6 partes
  • Formato 25 X 17,5 cm
  • Índice remissivo (18 páginas)
  • Índice onomástico (124 itens)
  • Índice de ilustrações (25 figuras e gráficos)
  • Índice de relatos (19 relatos pessoais)
  • Glossário exclusivo da obra (346 definições)
  • 113 utilidades do EV
  • 85 aplicações da OLVE
  • 49 impedimentos do EV e dificultadores da OLVE
  • Descrição das sensações do EV, com respectivas explicações
  • Descrição de 41 sensações e efeitos da OLVE, com comentários detalhados
  • Técnicas para autoavaliação dos resultados dos trabalhos energéticos pessoais
  • Informações exclusivas sobre sensibilidade energética e abordagens para expandir a sensibilidade e o controle energético
  • 2 partes do livro inteiramente dedicadas a resultados de pesquisas, novos conceitos, teorias, tipos e classificações de EVs, escalas para medição energética pessoal, taxonomia do parapsiquismo, debates de temas mais avançados, e muito, muito mais…

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O Estado Vibracional (EV) — fenômeno considerado essencial para atingir o equilíbrio bioenergético, a autodefesa psíquica e a lucidez multidimensional — é profundamente estudado nesta obra original, que traz revelações surpreendentes e informações inéditas, indispensáveis a todos os interessados em compreender o funcionamento do corpo energético e àqueles que buscam capacitar-se para a aplicação produtiva das suas energias sutis.

Seu conteúdo, resultado de pesquisas realizadas ao longo de 15 anos, transcende o conhecimento até então existente sobre o tema. Além da significtiva pesquisa bibliográfica e das experiências pessoais da autora desde a infância, as informações refletem também o que ela apurou em 2.342 sessões-hora de exame e mensuração bioenergéticos individuais de 988 pessoas, realizadas nos Estado Unidos, Portugal, Inglaterra, Holanda, Espanha e Brasil.

Complementam-se ainda com os dados obtidos com a pesquisa de opinião pública, levada a cabo pela autora, com 767 participantes de 31 países. A coerência dos resultados e a universalidade da amostra evidenciam que os achados ultrapassam mera hipótese.

Nanci Trivellato aborda o tema de maneira próxima ao leitor, ensinando minuciosamente a técnica para atingir o verdadeiro EV, conduzindo-o desde os passos básicos até o desempenho avançado e aos temas mais relevantes. Assim, Estado Vibracional: pesquisas, técnicas e aplicações constitui obra científica de grande abrangência e, ao mesmo tempo, um manual completo para a obtenção do controle energossomático e do EV, apresentando, inclusive, escalas métricas que ajudarão o leitor a mensurar o próprio progresso nas práticas propostas. Expõe o conhecimento e aponta suas lacunas de forma aberta, compartilhando, também, com franqueza, suas próprias experiências. Nas palavras da autora, a máxima é: TODOS PODEM.

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Nanci TrivellatoMSc., pesquisadora da consciência, nasceu no Brasil, mas reside no exterior desde 1995. Formada em Letras, recebeu seu mestrado em Metodologia de Pesquisa em Psicologia no Reino Unido, onde residiu por uma década. Dedicou parte dos seus estudos e carreira à Administração, atuando, por muitos anos, em grandes corporações multinacionais.

Tendo vivenciado, desde a juventude, a experiência fora do corpo e outros fenômenos não ordinários, conhecidos como “parapsíquicos”, temas pelos quais sempre teve grande interesse, decidiu dedicar-se ao estudo da multidimensionalidade. Assim, desde 1989 vem aplicando seus esforços não só em compreender a consciência e os mecanismos que levam à ocorrência dos fenômenos paranormais, como em ensiná-los ao redor do mundo, seja para leigos ou para pesquisadores. Vendo tais ocorrências como naturais — e avessa à simples negação ou ridicularização de sua existência assim como às abordagens manipulativas e sectárias —, Nanci trilha um caminho de poucos: a prática do reconhecimento dos fenômenos conscienciais e da busca de formas de desenvolvê-los cosmoeticamente, numa perspectiva realista, técnica e coerente, mas com espaço para o altruísmo.

Nanci é professora junto à International Academy of Consciousness (IAC)*, uma instituição internacional de educação e pesquisa, sem fins lucrativos, dedicada ao estudo da consciência e do parapsiquismo. É uma das fundadoras da IAC e também da relevante revista científica Journal of Conscientiology, da qual foi editora-chefe por 15 anos. Proferiu conferências em 14 países e teve projeção em centenas de mídias televisivas e impressas em mais de 20 países, espalhados pelas Américas, Europa, Ásia, África e Oceania. Foi ganhadora, em 2010, do 1º lugar do Prêmio Global IAC para Contribuição Científica em Conscienciologia. Vem se dedicando prioritariamente à pesquisa dos temas chacras, desperticidade, bioenergia e parapsiquismo em suas diversas formas, com especial ênfase no parapsiquismo infantil.

* IAC | Academia Internacional da Consciência (www.iacworld.org)

Clique no nome para visualizar a resenha.

.: Paulo Vieira de Castro - Revista Zen Energy nº75 | Abr'15

Paulo Vieira de Castro

Paulo Vieira de Castro: da leitura de Estado Vibracional: pesquisas, técnicas e aplicações, confirmei que o oposto de uma afirmação verdadeira é uma afirmação falsa, mas o oposto de uma verdade profunda pode ser outra verdade profunda. Aprendi-o que há muito tempo dom Niels Bohr, Prêmio Nobel da Física (1922) um dos fundadores da teoria atômica. É desta possibilidade que nos fala este livro, de uma outra “verdade profunda. Trata-se de uma visão coerente sobre o fenômeno das bioenergias e estados vibracionais, dando evidência do potencial deste campo para um futuro mais comprometido para a espécie humana.

Trivellato, ligada desde 2008 ao laboratório da International Academy of Consciousness (IAC) no Alantejo, explica-nos como é possível otimizar o controle e o desenvolvimento energético pessoal, oferencendo-nos como introdução ao tema a sua própria experiência de muitos anos, manifestando, deste modo, traços de um profundo desprendimento e generosidade. Este livro torna-se por isso, num modelo de estudo líder para os fenômenos da consciência.

Partindo de um método de auto-experimentação com base científica, apresenta-nos 14 anos de estudos em pouco mais de 350 págnas. Trata-se de um livro dedicado aos que queiram treinar experiências fora do corpo e o uso consciente das bioenergias. Alguns dos benefícios aqui propostos são o aumento das capacidades parapsíquicas e o autocontrole energético. O incremento da lucidez multidimensional e a aceleração do processo de maturação da consciência, dentre outras possibilidades. Trata-se por isso, de um processo que ajuda à superação de muitos dos nossos medos profundos.

Ao terminar esta leitura, relembrei a mais importante premissa de Schopenhauer ao afirmar que “O Homem pode fazer o que quer, mas não pode querer o que quer.”

Perante todas as questões, a ciência tem dois passos que lhe dão fundamento primordial. Um primeiro momento em que pretende confirmar a existência de um dado fenômeno e um segundo em que busca explicações para o mesmo. E, este é um caminho sem fim. O livro em mãos consagra, quanto a mim, o primeiro passo de qualquer ciência, afirmando inequivocadamente a esperança numa Humanidade mais desperta e lúcida para a multidimensão da consciência.

.: Rosalba Cordeiro | Psicóloga | Campus IAC Europa

Rosalba Cordeiro: psicóloga, professora de conscienciologia desde 1997 | Campus IAC Europa.

Estado Vibracional: pesquisas, técnicas e aplicações: Coerente com o caráter da autora, esta obra reflete o comprometimento com a tarefa do esclarecimento e a responsabilidade cosmoética ao compartilhar privilegiado conhecimento teático, adquirido através de priorizações pautadas pelo discernimento, trabalho exaustivo e determinação de quem compreende a importância da sua função dentro do complexo aparato assistencial multidimensional e desempenha-a com o rigor metodológico inerente à Ciência.

A inquietação mentalsomática, característica das consciências com verdadeiro espírito científico, transparece claramente pela autora neste livro. Também demonstra a coragem de refutar o que lhe parece oblíquo, embora sedutor, e buscar, através da auto e heteropesquisa, forma de executar tecnicamente a OLVE que conduza a efetivo resultado.

A obra de Nanci Trivellato, Estado Vibracional: pesquisas, técnicas e aplicações, traz contribuições importantes para o estudo e domínio do estado vibracional (EV). Sua abordagem do tema permite a compreensão e a aplicabilidade da forma natural, parafisiológica, para-anatômica e parafuncional, imprescindíveis para se conquistar o desenvolvimento bioenergético.

Muito longe de um Ensaio, este livro aborda com profundidade a subdisciplina da Energossomatologia: a Vibrostaseologia.  Para aquelas consciências que estão iniciando seus estudos sobre a ciência Conscienciologia, aqui está um livro para ser estudado e experimentado em profundidade.

Para aquelas consciências veteranas na Conscienciologia que descerram-se e experimentam novas formas de fazer algo considerado plenamente aprendido, existe a segurança de constatar a possibilidade de tudo poder ser efetivamente melhorado, incorporando-se técnicas adequadas. Num simples resumo, o que aprendi com a leitura deste livro me possibilitará sair de um rendimento energético funcional, porém básico para quem tem metas assistenciais evoluídas e desafiadoras, para um rendimento energético mais completo, coeso, natural, fluido, profundo e dominado. Seria o equivalente energético para enfrentar um Triathlon Ultraman Assistencial.

A autora, que publicou cientificamente através do Journal of Conscienciology (Trivellato, 2008), o neologismo OLVE – Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias, agora nos apresenta a sequência coerente e consistente do objetivo maior da OLVE: o Estado Vibracional.

Não fosse o livro uma riquíssima oportunidade mentalsomática diria que é uma delicatéssen cognitiva, tamanha a satisfação que nos propicia através de suas informações inéditas e imprescindíveis para o verdadeiro domínio energético.

.: Maria Teresa B. de Arrunátegui | IAC Brasil | Belo Horizonte

Por Maria Teresa:

Nesta obra, a autora dividiu didaticamente o tema – Estado Vibracional – em 6 partes, com seus respectivos  capítulos  e traz ideias inovadoras a respeito desse fenômeno tão difundido na bibliografia conscienciológica, mas nunca pesquisado e, na maior parte das vezes, banalizado em sua prática.

A PRIMEIRA PARTE, Bases para o estudo do EV, apresenta ampla análise do energossoma e sua divisão em sistema chacral e sistema nádico, além do estudo individual de cada chacra.

Descrevendo a função das energias energossomáticas ao modo de interface entre o psicossoma e o soma, que refletem o padrão existente antes da presente vida (paragenética), a autora estabelece a interessante hipótese de que, examinando as energias de um indivíduo, seria possível reconhecer sua condição evolutiva. Além disso, o que me pareceu mais surpreendente e muito lógica foi a ideia de que qualquer chacra constitui um tipo de DNA evolutivo da consciência, embora ainda não se disponha de instrumentos que permitam observar e compreender o registro informacional-evolutivo da energia.

Tomando como base de raciocínio o exposto acima, despertou-se em mim verdadeiro entusiasmo pela prática da OLVE (Oscilação Longitudinal Voluntária da Energia) que, então, adquiriu importância muito maior do que apenas modificar o padrão energético atual, me convencendo de que o exercício desta técnica, realizada com o rigor proposto pela autora,  modifica profundamente a informação energética de todos os chacras, funcionando como valioso catalisador da evolução. Desde que iniciei meus estudos de Conscienciologia ouvi que a Mobilização Básica das Energias, designação substituída por OLVE, deveria ser feita com o propósito de alcançar o Estado Vibracional, sem atribuir importância a todos os ganhos alcançáveis com a mobilização energética.

A PARTE 2, O Fenômeno Estado Vibracional, constituída de 10 capítulos, além de outros assuntos, trata dos múltiplos aspectos relacionados ao EV, expõe a interrelação dos chacras, o contágio entre eles e os variados níveis de ativação energossomática, posicionados na Escala de Ativação Energética (EAE). Faz também um alerta quanto aos equívocos relacionados às várias sensações energéticas tomadas como manifestação do EV e critica a banalização do fenômeno e a proposta de “atalhos” para atingi-lo.

Especialmente interessante me pareceu a informação de o EV ser consequência do atingimento do fenômeno conhecido na Física como ressonância, ou seja, considerando cada chacra como emissor de determinada frequência energética, quando por “contágio” todos os chacras atingem a mesma frequência de vibração, o EV se instala. Esse tipo de abordagem me levou a compreender a importância do controle da OLVE pelo fato de esclarecer o que realmente acontece, independente de qualquer aspecto “mágico” muitas vezes associado ao  EV.

Outro assunto notável dessa segunda parte é a crítica muito pertinente à maneira como o EV é descrito na maioria das aulas de Conscienciologia – realidade que comprovei como aluna e como docente antes de tomar conhecimento da OLVE – de maneira superficial, levando o aprendiz a esperar desencadeá-lo com facilidade e a reconhecê-lo corretamente desde o início. Então, dizer ao aluno “instale o EV agora” é o caminho mais curto para que qualquer alteração no sistema energético seja identificada erroneamente como estado vibracional e, igualmente grave, se criem “atalhos” no intuito de superar a pressão subliminar de inadequação provocada naqueles que não conseguem corresponder à “ordem” recebida. Isso equivaleria a jogar uma pessoa, que tenha recebido instruções vagas sobre natação antes de entrar na água, dentro de uma piscina, esperando que ela se torne capaz de nadar simplesmente porque lhe é dada uma ordem: “nade, agora”.

Considero importante citar aqui as palavras da autora:

Não se deve criar pressão sobre o aprendiz. Deve-se, sim, encorajá-lo e orientá-lo corretamente. A pressão sobre o aluno, a despeito de sua capacidade para atingir o EV, e o rótulo, indiretamente colocado, de que “só está bem quem atinge o EV” estimulam o surgimento e a manutenção de equívocos e autocorrupções individuais e grupais, deturpadoras do autoenfrentamento evolutivo.

Causou-me também admiração constatar a possibilidade de se alcançarem 113 efeitos benéficos tanto com o EV quanto com a OLVE. Sempre tive dúvidas sobre a forma de atuação do EV como agente profilático e até mesmo curativo, em certos casos, mas o que a autora propõe, embora como possibilidade, me pareceu muito lógico: a energia a tal ponto intensificada age nas mitocôndrias, disponibilizando mais energia física para as células. Isso, para mim, faz sentido.

Mais adiante são enumeradas falácias a respeito do estado vibracional, por exemplo, tomá-lo como indicador direto de evolução, desconsiderando que portadores de parapsiquismo desenvolvido podem ser anticosmoéticos e usá-lo de maneira espúria, prejudicial e manipuladora. Em vista disso, o maior desafio a ser vencido é a manutenção da ortopensenidade, muito maior que a dificuldade de produzir o EV.

Na PARTE 3, A Técnica “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias”, OLVE, está minuciosamente descrita em 13 capítulos, constituindo um verdadeiro passo a passo para seu correto exercício. Segundo a autora, a OLVE tem por base a técnica idealizada por Robert Monroe, mais tarde modificada por Waldo Vieira e representa um terceiro estágio de aprimoramento, possibilitado pela pesquisa de campo por ela realizada desde 2002, sobre controle energossomático, parapsiquismo, energometria e estado vibracional.

Minhas ideias sobre o energossoma e suas atividades foram notavelmente ampliadas ao ler a descrição da atividade natural desse veículo, cujas energias se movimentam e vibram em “diversas frequências, fases, amplitudes, direções, sentidos, modos, regimes e padrões”. Então, durante a OLVE essa atividade bioenergética natural é organizada, criando um tipo de “onda de compressão” solitária, que percorre todo o corpo energético. Essa abordagem ultrapassa de maneira formidável o reduzido conceito orientador da MBE (Mobilização Básica de Energias) proposto anteriormente, que, como para tantos estudiosos da Conscienciologia, representava para mim apenas o caminho mais adequado para desencadear o EV.

Outra ideia impactante que nunca me ocorreria: encarar a mobilização de energias, realizada com o correto exercício da OLVE, como “massagem-limpeza-fitness” no energossoma, pelo fato de atingir todos os canais e chacras até o seu cerne, atuando na raiz de cada um dos milhares de chacras e produzindo inúmeros benefícios para a consciência. Também nunca havia pensado detidamente no fato de haver uma parte “interna” dos chacras, a mais importante, pois sempre se lê e se ouve falar de aspectos, cores, movimentos, identificados em sua parte superficial pela clarividência.

Dos 85 efeitos da OLVE citados os que mais me surpreenderam foram, entre os denominados “Efeitos conscienciais gerais”, aqueles referentes à melhora potencial da condição consciencial pós-dessomática em função de efeitos multidimensionais das OLVE, se realizada durante longo tempo da vida intrafísica.

A PARTE 4 trata dos Atributos da OLVE e do EV. Os 6 capítulos apresentam classificação desses atributos, resultado das observações feitas em avaliações energético-parapsíquicas, que possibilitaram a criação de metodologia para medir a capacidade bioenergética de um indivíduo e de uma escala de medição da bioenergeticidade pessoal.

Aspecto da maior relevância na descrição e medição desses atributos é o fato de os mesmos haverem sido identificados com o emprego de profundo acoplamento por parte dos professores Trivellato e Alegretti durante a realização das avaliações individuais realizadas durante o curso Meta: Desperticidade. Em minha opinião – eu fiz o curso e me submeti às avaliações pertinentes – é extraordinária a capacidade dos dois professores experimentadores de perceber claramente os processos energossomáticos desencadeados pelo aluno e desenvolver tal grau de cientificidade em suas medições a ponto de permitir uma graduação numérica criteriosa e precisa.

Pelo fato de as avaliações se darem durante um período médio de 10 a 12 meses com intervalos médios de 60 a 90 dias entre os módulos, até novembro de 2014 foi possível aos dois pesquisadores acompanhar a progressão de 988 alunos em 2.342 sessões individuais de avaliação. E, o mais importante, cada indivíduo não só pôde confirmar as sensações percebidas pelos avaliadores, como também teve a valiosa oportunidade de obter a descrição do que lhe ocorria a partir da observação de uma segunda pessoa. Eliminando a subjetividade a que todos estamos sujeitos quando se trata de identificar e descrever sensações energéticas diversas, essa observação periódica constitui oportunidade de inestimável valor para o autoconhecimento do funcionamento do energossoma, aspecto nunca antes tratado.

Até então, tudo o que se falava sobre o Estado Vibracional e a OLVE refletia o ponto de vista subjetivo (perspectiva da primeira pessoa). Agora, com a técnica empregada pelos dois pesquisadores que são capazes de “sentir” a OLVE e o EV do outro, é possível ao aluno reconhecer e, portanto, corrigir, seus erros e distorções no exercício e na avaliação dos respectivos resultados.

Em consequência desse extraordinário trabalho foi elaborada a Tabela dos atributos da OLVE, classificados em Primários, Derivados, Compostos e Intraconscienciais Intercorrentes. Ao identificar através das observações supracitadas cada um desses atributos, abriu-se uma gama de aspectos a serem estudados separadamente e o resultado das interações entre eles. Hoje eu não conseguiria praticar a OLVE sem observar cada um desses atributos, com a possibilidade de ir acrescentando paulatinamente os próximos até conseguir o máximo de combinações possíveis.

Os atributos classificados na categoria “Primários” são: a quantidade de energia movimentada, a velocidade com que essa energia se move; a varredura, que se refere ao percentual da área energossomática alcançada pelo movimento; a retilineidade, ou seja, o percurso em linha reta, sem curvas, círculos, sinuosidades, desvios ou movimentos desnecessários, que corrompem a varredura ideal; e a compactação, descrita como concentração da energia em cada “onda” energética movimentada do topo da cabeça à planta dos pés e no trajeto inverso.

Considero indispensável a transcrição desta frase enfática:

É mais eficaz esforçar-se para aumentar a
quantidade de energia que a velocidade.

que,  por si só, contradiz toda a prática que antes me foi ensinada, valorizando o aumento da velocidade sem preocupação com a manutenção da quantidade.

Não caberia aqui descrever todos os outros atributos cuja natureza e importância podem ser compreendidas com a leitura atenta do livro. Vale a pena deter-se neste capítulo, pois a as ideias nele desenvolvidas seguramente aperfeiçoam e, principalmente, justificam a prática da OLVE, e demonstram a ineficácia de muito do que se falou e propôs a respeito da movimentação das energias.

Na PARTE 5, composta de 16 capítulos, encontram-se Temas Correlatos Avançados, dentre os quais se encontra Vibrostase, apresentado pela autora na seguinte definição:

Vibrostase é o neologismo ou termo técnico proposto neste trabalho para designar as diferentes formas, regimes, intensidades e modos de oscilação ou vibração das bioenergias, em diferentes níveis de ativação, primariamente do energossoma da conscin, a qual pode progredir até culminar no EV (verovibrostase).

Isso representa a proposta de uma nova especialidade, a Vibrostaseologia, subcampo da Energossomatologia.

Aos versados na interpretação de fórmulas, a autora apresenta com rigor as relações entre os diversos elementos que compõem a citada especialidade. Não sendo o caso do leitor, as discussões conceituais subsequentes traduzem os conceitos necessários à compreensão do tema.

Outro tema que julgo de grande importância para a pesquisa energossomática é a Graduação da Ativação, que se refere à criação de uma graduação numérica – Escala de Ativação Energética (EAE), referente a sensações e efeitos percebidos subjetivamente, para demarcar a progressão da ativação do energossoma do praticante com o exercício das técnicas energéticas propostas, apesar da dificuldade de interpretar os dados qualitativos e quantitativos oriundos das pesquisas sobre EV e OLVE que embasam o livro.

O capítulo Hipótese do Mecanismo do EV pela OLVE me deixou intrigada com as ideias a respeito do fenômeno de ressonância dos centros energéticos e das energias diversas que compõem o energossoma, ao propor que essa ressonância possivelmente atinja as energias de outros veículos de manifestação.

Minha curiosidade deu um salto quando li que não se pode afirmar que a OLVE esteja limitada pelo cérebro em si, pois, segundo a Conscienciologia e pela lógica, o cérebro controla apenas o corpo físico, e não o energossoma. Fiquei entusiasmada com a hipótese levantada por Alegrettti, apresentada também no Journal of Conscientiology No. 42, de o energossoma ser controlado pelo paracérebro. Então, realizar a OLVE corretamente é também treinar o uso do paracérebro ainda no intrafísico. Maravilha se for comprovado! Suas pesquisas com Ressonância Magnética Nuclear Funcional confirmarão ou refutarão esta hipótese. Confesso que, no fundo, desejo sinceramente que as pesquisas confirmem.

Sob o título Energometria e Tecnologia Bioenergética, Trivellato discorre sobre a complexidade da aferição energética realizada por outro indivíduo e diz que ideal seria contar com aparelhagem para esse fim. Prossegue dizendo que, com a atuação da consciência, a energia sutil pode afetar a matéria e que as energias do energossoma podem aproximar-se da dimensão física ou da extrafísica, atuando como intermediária entre as duas dimensões.

Consequentemente essas seriam energias híbridas e, pela lógica, deveria ser possível desenvolver aparelhos para identificá-las e medi-las. E, pelo andamento das pesquisas atualmente realizadas inclusive pela IAC, acredito que esses aparelhos não demorarão muito a aparecer.

Considero da maior importância, ainda na Parte 5, o capítulo que trata dos EVs Mal Classificados, tais como “EV Permanente”, “EV Coletivo” “EV Instantâneo”. Parece-me urgente que os divulgadores da Conscienciologia se atenham aos resultados da verdadeira pesquisa científica, em vez de propor conceitos que não se sustentam nem pela lógica e nem pela prática.

Sob o título Ponderações Sobre Técnicas Alternativas Trivellato apresenta críticas muito pertinentes às propostas de técnicas e práticas absolutamente não condizentes com princípios e conceitos básicos da Conscienciologia, sendo até mesmo contraditórias, por exemplo: “Técnica da Circulação Fechada Rumo ao Infinito” – sem comentários! “Técnica da Homeostase Holossomática” cuja proposta é interromper o EV já instalado por cinco vezes até gerar uma sensação de equilíbrio e bem-estar – como se já não bastasse a dificuldade de atingir o EV e mantê-lo pelo maior tempo possível! Outra técnica proposta consiste em ficar de pé, em silêncio, por dez minutos, sobre a qual a autora comenta: “os guardas da nobreza inglesa seriam mestres em EV!” Tudo isso pode parecer divertido, mas considero lamentável quando se pretende apresentar a Conscienciologia como ciência, sem levar em conta o que é e como funciona a pesquisa científica.

A PARTE 6 traz a fundamentação da Vibrostaseologia, área de estudo ainda em implantação, subdisciplina da Energossomatologia, voltada especificamente ao estudo do Estado Vibracional.

A pergunta que geralmente me foi feita, enquanto aluna, e que fiz aos meus alunos ao término da parte prática de cada aula, antes de conhecer as pesquisas energossomáticas de Trivellato era: “E aí? Todos bem?” “Alguém quer falar sobre suas experiências”? Até então, para mim, era inimaginável dispor de uma Escala de Vibrostase, ou seja, uma forma de classificar e medir o EV alcançado, que é a proposta da autora neste capítulo.

A citada escala, até agora, apresenta cinco níveis em que se pode classificar a atividade do energossoma. O primeiro nível, denominado Naturovibrostase, refere-se à condição natural da atividade bioenergética correspondente ao energossoma pessoal. Isso me leva a pensar que qualquer atividade energética proposta ou realizada deveria partir daí, pois seu conhecimento me parece indispensável para poder identificar qualquer alteração que porventura se manifeste na psicosfera do sujeito.

Segundo a autora, cujas observações considero oportunas, as sensações permanentes e estáveis, tais como as relativas ao corpo físico, não chegam a ser registradas pelo cérebro desde que não sofram alterações perceptíveis, o mesmo acontecendo com a percepção energética.

O nível seguinte, Leptovibrostase, corresponde ao atingimento de efeito muito tênue resultante de pequena e superficial alteração do estado energossomático habitual. Entretanto, as pesquisas realizadas por Trivellato e Alegretti revelaram que muitos dos indivíduos avaliados consideravam erroneamente essa pequena alteração como EV. Isto me leva a pensar na responsabilidade de o professor, que muitas vezes não atingiu um verdadeiro EV, portanto sem conhecimento do fenômeno, ingenuamente “ordenar” ao aluno que o instale, e levá-lo a identificar como tal qualquer pequena alteração energossomática. Por isso considero que a leitura e, mais que isso, o estudo acurado desta obra deveria ser parte obrigatória do processo de formação docente da Conscienciologia.

O terceiro nível, denominado Midivibrostase, correspondente ao estágio em que o praticante percebe mais ostensivamente os efeitos energossomáticos alcançados com o exercício da OLVE, que são mais profundos e duradouros sobre sua condição e energossomática.

No quarto nível, finalmente… o EV! Hadrovibrostase cujas repercussões se dão principalmente no energossoma e no soma, mas com algum envolvimento do psicossoma.

E ainda há um quinto, denominado Holovibrostase, cuja ocorrência é típica do estado de semidescoincidência, com efeitos também perceptíveis além do energossoma.

Outras características e particularidades do EV são apresentadas e discutidas nos capítulos seguintes.

Penso que após ou mesmo durante a leitura desta obra, pelo menos foi o que aconteceu comigo, o estudioso se depara com um longo caminho a ser percorrido na sua prática energética, agora provido de excelente sinalização.

Considerando a diversidade dos aspectos tratados, a cientificidade da abordagem e a seriedade do estudo, concluo que, nesta obra, Trivellato oferece aos estudiosos da Conscienciologia inestimável contribuição para o desenvolvimento de habilidades valiosas pertinentes ao processo evolutivo, lembrando que, tal como a autora diz:

Autossuperar-se, ou transcender os próprios limites, é a essência da evolução. Contudo, esse constitui o maior desafio da consciência, sendo, portanto, ela própria quem estabelece quão longe irá o seu desenvolvimento.

Clique no nome para visualizar a resenha.

Trivellato está entre os poucos que se dedicam à autêntica exploração das fronteiras do conhecimento. Este livro está permeado de achados, sendo prova que novas ideias e progresso científico são possíveis nessa difícil área de estudo. Consiste ainda num manual minucioso onde se encontram formas acessíveis de trabalhar efetivamente com as energias e dominar o EV.

Massimiliano Sassoli de Bianchi, físico quântico e pesquisador – Suíça

Autor de Observer Effect: The Quantum Mystery Demystified

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Munida de coragem e tecnicidade, além de uma linguagem acessível e cativante, a autora transita entre vivências pessoais, resultados de pesquisas e robusta compreensão teórica e prática da temática. Leitura imperdível.

Ton Martins, advogado e produtor – Brasil

Autor de Conexões: Filosofia integral, Conscienciologia e transcendência

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Com aplicação muito relevante e prática, é um acervo de ideias avançadas, incluindo hipóteses, otimizações e métricas originais que ajudam a entender impedimentos, mecanismos e utilidades do EV, levando o leitor ao desenvolvimento legítimo e à mensuração pessoal realista e precisa. Será uma referência para profissionais e estudiosos por muito tempo.

Luis Minero, químico e pesquisador da consciência – EUA

Autor de Demystifying the out-of-body experience

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Para além da informação técnica, Trivellato  oferece-nos como introdução ao tema a sua própria experiência de muitos anos, manifestando deste modo traços de um profundo desprendimento e generosidade. Este livro torna-se, também por isso, num modelo de estudo líder para os fenómenos da consciência.

Paulo Vieira de Castro, conferencista – Portugal

Autor de Viva a Crise! O despertar da consciência em tempos de incerteza

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